segunda-feira, abril 24

Cariño...

Às vezes falas-me em castellano. Seduzes-me, arrepias-me. E eu que nunca gostei particularmente dos nossos vizinhos, sinto-me derreter ante a transformação da tua voz. O tom não é o mesmo, o timbre também não. Transformas-te, és outro em ti, no mesmo corpo deliciosamente excitante, com os mesmos lábios, os mesmos olhos, o mesmo amor.
E é como se, naqueles momentos, fossemos outros. Outros nós, que nos pertencem e se pertencem também, mutuamente.

Sussurras-me "Te quiero..." e todo o meu corpo é um arrepio, que sobe pelas costas e me deixa os mamilos erectos, tão duros que chega a ser dor a excitação que os anima. Falas mais um pouco e é como se os novos nós que chegam não conhecessem barreiras, não tivessem complexos, vergonhas ou limites.
Baixinho, ao ouvido, "Te quiero lamer" e fico húmida, molhada de desejo, num tesão imenso de ser tua.
Mais umas palavras... "Cariño..." e só me apetece abrir as pernas e dar-me a ti, toda, ser tua amante, tua putinha, deixar-te fazer de mim o que quiseres.

Gosto desta transformação, desta transfiguração de nós em outros nós, que acontece só entre nós, só nós.


Te quiero, cariño... Te quiero muchísimo *

segunda-feira, março 13

Cuidados médicos

Há pouco tempo atrás estive doente e de quarentena em casa. Num desses dias, estava eu a repousar no sofá e a ver televisão quando entra na sala a Capuchinho vestida de... enfermeira. Mais que uma simples enfermeira, era uma enfermeira muito sexy, de saia reduzida e decote generoso. Foi regalo para a vista e o seu impacto foi “sentido”. Afinal sempre ia ter direito à minha enfermeira particular...



Poupo-vos os detalhes da relação tórrida entre enfermeira e paciente que se seguiu, mas digo-vos que no final estava “curado”.

Capuchinho, acho que estou a ficar doente outra vez. ;)

sexta-feira, março 10

Brinquedo novo...

A Capuchinha, vossa amiga que vos fala, tem sido uma boa menina, bem comportada e tem realizado as fantasias e desejos do seu Lobo Mau.

Como tal, o Lobo Mau achou que ela merecia uma prenda especial, para se divertirem juntos e terem muito prazer. Espreitem o que ele lhe ofereceu...




Que dizes, meu Lobo safado? Experimentamos já hoje?... *

Lentamente regressando

Temos andado desaparecidos. Já não escrevemos há muito tempo e também não temos visitado os amigos. Muitos deles têm, também, andado desaparecidos. As coisas mudam.

Mas queremos regressar. Sentimos a vossa falta, temos saudades. E gostamos da partilha que tínhamos. Portanto, vamos fazer um esforço maior para voltar ao activo! :) Até já!

quinta-feira, fevereiro 23

Desafio

Foi-nos passado o desafio das manias, pelos meninos do O que é meu é teu. Aceitamos e vamos pensar nas nossas manias, mútuas. Eu já sei umas do Lobo, agora tenho de conversar com ele e depois cá as postamos ;)

terça-feira, janeiro 31

Novas florestas

Para minorar a nossa ausência, resolvemos actualizar a nossa lista aí do lado, das florestas onde nos perdemos. Há links novos, de blogs cheios de calor e com histórias e relatos muito interessantes. E de fazer corar, claro está!
Espreitem e deliciem-se...

quinta-feira, janeiro 19

Tardes a dois

Gosto dos dias em que as tardes são todas nossas. Em que nos baldamos ao trabalho e corremos para casa, com o desejo nas pontas dos dedos culpados.

Fechamo-nos em casa, desligamos os telefones. Enchemos a banheira, de água quente e espuma. Acendemos as velas e ligamos o aquecedor - estes dias frios não perdoam e não há fogo que não esmoreça...


As tuas mãos despem-me, devagar, e a tua pele roça na minha e deixa um rasto de pequenos pontinhos, onde o meu corpo se arrepiou à tua passagem.
A água quente aquece-nos o corpo e os sentidos. Recostada no teu peito, cabeça vazia a flutuar nas nuvens, entrego-me ao prazer da água quente a lamber o meu corpo e das tuas mãos nos meus seios.


Nessas tardes tudo é permitido. O prazer inebriante esbate os limites e os corpos consomem-se com voracidade. É nessas tardes que sou mais tua, que as linhas de pele que separam o teu corpo do meu se tornam mais finas e as individualidades se esquecem. É nessas horas, longas, sem fim, que a cumplicidade se renova.


Que dizes? Baldamo-nos esta semana outra vez?... *

Vidas paradas

Queria pedir desculpas aos nossos amigos que vão passando por cá. Temos andado desaparecidos, sem motivos de maior a não ser as vidas mais atarefadas que, às vezes, todos temos.

Mas estamos por aqui, bem e de saúde! E com saudades deste nosso canto e dos vossos cantos todos!

sexta-feira, dezembro 30

Lavar a loiça...

Estava eu noutro dia muito descontraído a lavar a loiça quando a Capuchinho aparece na porta da cozinha.
Ela sorri, vem na minha direcção e pergunta: “Onde é que está o meu rabo bom que gosto tanto?”
Ao que eu respondo: “Olha, mesmo atrás de ti.”
Ela já está atrás de mim, que continuo com as tarefas domésticas, quando diz: “Na, na. O rabo que gosto está aqui.” E com isto mete as mãos por dentro das minhas calças largas e agarra-me o rabo.
Eu sorrio divertido e digo: “Pois, mas esse rabo é meu...”
Só que ela continua lá com as mãos, dá mais uns apalpões fortes e quando eu penso que ela se vai embora eis que uma mão dela se dirige para a frente e... toca-me. Eu quase que estremeço, sabe tão bem sentir o toque quente dela, ainda para mais assim, inesperadamente.
Em seguida, a minha Capuchinha muito mal comportada, começa a afagar-me... com aqueles movimentos deliciosos dela que me deixam louco... sou invadido por sentimentos bons demais, fico como que paralisado, só a sentir, só a absorver...
Eu estou a segurar o copo meio lavado e a cabeça encostado ao móvel da cozinha e ela a enlaçar-me por trás e fazer-me vibrar com aquelas mãos maravilhosas...
Ela sente a minha excitação e acelera aqueles suaves movimentos... aviso-a que se ela não parar... mas ela não quer parar, quer fazer-me vir assim, ali, daquela maneira.
Eu sinto-me enlouquecer, a não aguentar mais, procuro adiar o orgasmo o mais possível, mas não consigo... rebento de prazer na mão dela... é longo, é bom, é muito, muito bom...
Ela retira a mão e vai-se embora...


Adorei este nosso momento, porque foi inesperado, porque foi sensual, porque foi uma situação normal como tantas outras que tu tornaste diferente, especial.
Amo-te.